demasiado tarde meu amor agora só
nos resta contemplar este poente que se
nos põe nos olhos e os
devora
e de braços cruzados o
coração aberto a alma nua eco a
eco nos
meus passos contados se
acaba a nossa história ao fim da rua
Poema de FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
BIOGRAFIA . ESPIGA Pinto, de MANUELA MORAIS.
Há 11 horas

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