segunda-feira, 6 de março de 2017

SETE SÁBIOS PORTUGUESES





PEDRO SINDE e o seu magnífico livro

SETE SÁBIOS PORTUGUESES



sábado, 4 de março de 2017

sexta-feira, 3 de março de 2017

quarta-feira, 1 de março de 2017

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

ROCHA DE SOUSA



Capa de ROCHA DE SOUSA



domingo, 19 de fevereiro de 2017

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

MANUELA MORAIS





Capa e Desenhos de ESPIGA Pinto



terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

AS ESTRELAS





AS ESTRELAS


Os Deuses
desceram das estrelas
para me despertar.


Incrivelmente
gravaram no vento
força poderosa,
mais veloz que o pensamento,
anunciando
Primavera.


A estrela de cinco pontas
pendurada
sobre a mesa
começou a brilhar.
A água saciou-me,
o pão cozido
com sabor e aroma
trouxe-me de volta
a feliz meninice,
abençoada,
dourada.


Renovação?



segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

O AMOR







O AMOR é a maior
e mais poderosa
força do Universo.


domingo, 12 de fevereiro de 2017

PEDRO SINDE





Capa de ESPIGA Pinto



sábado, 4 de fevereiro de 2017

MANUELA MORAIS




Capa de ESPIGA Pinto



terça-feira, 24 de janeiro de 2017

domingo, 22 de janeiro de 2017

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

ANTÓNIO CABRAL





Capa de ESPIGA Pinto



sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

BARROSO DA FONTE




Imagem da Capa - NADIR AFONSO



sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

6 de Janeiro - Aniversário de FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES




Hoje, dia de Reis - Aniversário
de
 FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES






Fernão de Magalhães Gonçalves


Texto integral publicado na Revista FÓRUM Nº5 - 2016



"A vida de Fernão de Magalhães Gonçalves cruza-se, de modo exemplar, com a Obra que produziu. A sua escrita organiza-se para lá da linha do horizonte, habitada por fortes presenças ou memórias de seres viventes. O seu tempo é um tempo para além da história das suas personagens. As suas imagens dependem do valor do imaginário que contêm, não podem ser estáticas, não podem travar a imaginação. A intensidade da criatividade reside na paciência criada em contraponto dinâmico entre a serenidade e a rutura, provocando análises das suas raízes reais e disponíveis, na trajectória da vida através da realidade reconhecível.
Fernão de Magalhães Gonçalves foi poeta, escritor, investigador e ensaísta, nasceu em Jou (Murça) e lecionou em Murça, Vouzela, Porto, Chaves e nas Universidades de Granada (Espanha) e de Seoul (Coreia do Sul).
Autor de uma quinzena de livros publicados, a Poesia foi uma simultânea e relevante presença, sendo sempre constante a lembrança sensível do seu mundo evocativo da memória, os apelos da terra-mãe e as vibrações mais íntimas da sua personalidade. O seu ato poético foi sempre uma porta para a aventura criadora expressa em imagens emotivas, mas racionalizadas, como os ritmos da água, do corpo, do amor, das ervas, da terra e seus aromas."
(. . .)
"Fernão de Magalhães Gonçalves elegeu a escrita suprema como forma de conhecimento e divulgação, tecida na interpretação inovadora da espontaneidade executiva, na precisão estrutural de qualidade, inserindo-se fortemente na linguagem romântica. Toda a sua Obra atinge o esplendor da limpidez luminosa, da liberdade, proclamando o valor da liberdade individual, em plena harmonização com a intensidade de uma realidade que exprime pelo rigor, pela reflexão sistemática e a interrogação é basicamente o objectivo dessa urgência existencial.
Gostava que se percebesse que o seu discurso persistente, de que deixo aqui esparso registo, é assumidamente uma escrita e um pensamento ímpar, tem a beleza própria de quem força os limites do subtil e da profundidade. O cuidado posto em cada palavra, - diria que o Fernão era puro, sabia bem conciliar o espontâneo com a preocupação do rigor meticuloso, sem máscaras." (. . .)


Manuela Morais

domingo, 11 de dezembro de 2016

Pensamento




"À medida que vamos tendo mais espírito,
achamos que há mais homens originais.
As pessoas vulgares não fazem distinções entre os homens."

Pascal


segunda-feira, 28 de novembro de 2016

PORFÍRIO ALVES PIRES







PRÉMIO NACIONAL DE POESIA
FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES

*****

Atribuído
a
PORFÍRIO ALVES PIRES

A publicar


quarta-feira, 23 de novembro de 2016

VASCO DA GAMA NAVEGA




DIANA ADAMEK

VASCO DA GAMA NAVEGA

Cônsul da Roménia

Tradução do romeno de Tanty Ungureanu







segunda-feira, 21 de novembro de 2016

VASCO DA GAMA NAVEGA



Livro - VASCO DA GAMA NAVEGA

Cônsul da Roménia



sábado, 5 de novembro de 2016

FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES







(. . .)
Mas é minha opinião que, felizmente, em Portugal, o patriotismo é um valor sobrevivente. O Hino Nacional, com efeito, é uma das (diríamos) sagradas convenções simbólicas desse patriotismo. E patriotismo "diz" espaço paternal ( Pátria/Mátria= espaço maternal ), valores humanos, espirituais e culturais identificadores da sacralidade desse espaço. Foi por esse espaço que, há 8 séculos, o nosso querido pai Afonso Henriques se crivou de cicatrizes, deu e levou muita porrada ( as pontas das lanças partiram-se ), partiu uma perna - fractura que as Termas de S. Pedro do Sul nunca sanaram. Quando há versos, a Pátria já começou. E, em Portugal, há versos desde há sete séculos. Por outro lado, Fernando Pessoa deixou claro: "A minha pátria é a língua portuguesa".
Ora bem, o Hino Nacional é um símbolo. Mas os símbolos esvaziam-se quando se corrompem os valores que exprimem.
(. . .)

FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES
Textos de 1987
Livro a publicar