quinta-feira, 9 de junho de 2016

FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES








MEMÓRIA IMPERFEITA

FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES



segunda-feira, 6 de junho de 2016

FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES







FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES

MODO DE VIDA



sexta-feira, 27 de maio de 2016

ANTÓNIO TELMO





Contos Secretos

António Telmo

Capa e Desenhos - Espiga Pinto



quarta-feira, 25 de maio de 2016

ROCHA DE SOUSA





Belas - Artes e Segredos Conventuais

Rocha de Sousa

Capa - Rocha de Sousa



terça-feira, 10 de maio de 2016

FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES






Texto integral publicado na Revista FÓRUM  Nº5 - 2016


(. . .)
Fernão de Magalhães Gonçalves foi poeta, escritor, investigador e ensaísta, nasceu em Jou (Murça) e leccionou em Murça, Vouzela, Porto, Chaves e nas Universidades de Granada (Espanha) e de Seoul (Coreia do Sul).
(. . .)
Este pequeno e emotivo texto pretende homenagear o poeta transmontano, em toda a sua autenticidade, como Escritor e como Homem, salientando o seu comportamento íntegro, o seu rigor e a sua imensa sensibilidade.
(. . .)
Autor de quatro livros sobre Miguel Torga foi, sem dúvida, o mais sério e profundo investigador, tendo elaborado uma extraordinária síntese da Obra Torguiana.
(. . .)
Louve-se e homenageie-se, pois, os grandes escritores sem complacências ornamentais nem meras fixações formalistas.
(. . .)
Autor de uma quinzena de livros publicados, a Poesia foi uma simultânea e relevante presença (. . .)."

Manuela Morais


segunda-feira, 2 de maio de 2016

quarta-feira, 13 de abril de 2016

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Cântico ao AMOR







O MAR




Procuro o mar
no teu olhar.
Procuro as estrelas
no teu corpo,
meu amor.


Habitas em mim
ao adormecer,
ao acordar,
e sempre que minha memória
te lembrar.




Poema de Manuela Morais
Livro - Cântico ao AMOR
Capa - Desenho de ESPIGA Pinto









domingo, 27 de março de 2016

Boa PÁSCOA







Votos de boa PÁSCOA

Escultura, em bronze, de ESPIGA Pinto
Município de Oeiras



sábado, 19 de março de 2016

sexta-feira, 18 de março de 2016

FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES





Contracapa do livro

ALGUMAS CARTAS

FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES





sábado, 12 de março de 2016

quinta-feira, 10 de março de 2016

Vasco da Gama Navega





Radu Ungureanu
Primeiro Violinista da Orquestra
da Casa da Música
na Apresentação do Livro
Vasco da Gama Navega,
de
Diana Adamek.
Tradução do romeno de Tanty Ungureanu
Capa de Espiga Pinto





quarta-feira, 9 de março de 2016

Prémios de Poesia FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES













Prémios de Poesia

FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES

Capas de ESPIGA Pinto







domingo, 6 de março de 2016

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Cântico ao AMOR


«Cântico ao Amor», de Manuela Morais
«Cântico ao Amor», de Manuela Morais

Novo livro «Cântico ao Amor», da murcense Manuela Morais

Durante mais de 25 anos, Manuela Morais, passou grande parte do seu tempo a promover, a editar e a difundir a memória literária do seu primeiro marido, Fernão de Magalhães Gonçalves. Editou 15 títulos da obra do Fernão. Não satisfeita com isso, em 2007, cria o «Prémio Nacional de Poesia, Fernão de Magalhães Gonçalves», em memória do seu grande amor e passados uns 20 anos sobre a dolorosa separação.
O primeiro prémio foi atribuído ao amigo comum, António Cabral, com a obra «A Tentação de Santo Antão». Na sua editora, «Tartaruga», já saíram uns 80 títulos, sendo um grande contributo para a cultura trasmontana e nacional. Pelo meio fez uma licenciatura em «Literatura Comparada». E são da sua autoria três títulos (Três Rios Abraçam o Coração, A Tartaruga Sonhadora e 55 Orações Marianas), sendo o «Cântico ao Amor» o quarto, com dois luminosos corações na capa (do saudoso escultor Espiga Pinto) e na contracapa três fac-simile de dedicatórias do Fernão Magalhães Gonçalves. Abre com dois belos poemas, «Manuela» e «hoje nada te prometo», do Fernão, prosseguindo com o camoniano «Amor é um fogo que arde sem se ver» e «Amar», de Florbela Espanca. M. Verdelho, sob o título, «Sinalagma do amor» e diz que «este Cântico é obra de romance em poesia». E Pedro Teixeira da Mota, no Prefácio classifica o seu livro como «Poesia de amor intensamente sentida». Também Ernesto Rodrigues, na badana da contracapa fala da «reciprocidade do amor: As nuvens lançam raízes// trazendo vibrações à terra.»
Depois, são umas três dúzias de poemas de um realismo amoroso de quem como Florbela Espanca o pintava em letras de fogo cósmico e infindo («Eu quero amar, amar perdidamente!»). De quem ama a imensa felicidade sentida num passado distante e que o amarra ao tempo presente, para o reatar no porvir do Além. É uma libertação pela dor sentida e indefinida como se fizesse um choro dum noivado eterno que se esfumou. As memórias e os sonhos são a força do presente para continuar a viver e a lutar, por exemplo no seu poema a «Sedução»:
Seduzido pelo verso
Ajeitamos o coração.
As linhas das nossas mãos
Deixaram sulcos profundos
Na relva macia,
Nas folhas, nas flores.
Os primeiros beijos guardados
No tapete da salsa,
Debaixo da ramada,
Atrás da casa.
Lembras-te?
Minha Mãe inquieta,
Sem explicação para o fenómeno.
A salsa toda amarrotada.
E eu
Descarada
Culpei o cão.
Nota: A Manuela Morais nasceu em Murça, em 1955 e começou a publicar poemas desde os seus 11 anos. O livro pode ser pedido a tartaruga.editora@gmail.com .

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Cântico ao AMOR







Acaso


O amor não tem
hora
para chegar,
sentir tremer o coração,
tocar a tua mão,
correr à beira mar.


Sentir na face a brisa,
do desejo
teu corpo no meu
ávido da ternura
que só tu me sabes dar.



quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

terça-feira, 29 de dezembro de 2015